Alan Torres


Fórum Econômico Mundial

Começa Hoje o Fórum Econômico Mundial em Davos -Suiça!

Com foco na recessão Mundial, líderes de vários países chegam a Davos preocupados com a atual situal financeira mundial.

Só na América Latina a estimativa é de se fecjarem 2,4 milhões de empregos.

Vamos aguardar para ver os discursos dos diversos intelectuais que se encontram neste fórum!!!

 

 



Escrito por alantorres às 09h13
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PRODUTORES PEDEM RECUPERAÇÃO JUDICIAL EM MATO GROSSO

Pela primeira vez desde as mudanças na Lei de Falências, em 2005, produtores rurais serão amparados pelas novas regras previstas no processo de recuperação judicial. Os beneficiários são cinco membros da família Zulli, controladora do Grupo Zulli. A decisão do juiz Marcos Martins de Siqueira, da 4ª Vara Cível de Várzea Grande (MT), pode abrir o leque de opções para a renegociação de dívidas dos produtores de todo o país. As oito empresas da família obtiveram na Justiça Estadual benefícios como a rolagem do passivo de R$ 150 milhões em até 36 meses a juros de 12% ao ano, além do pagamento da primeira parcela em até 180 dias. As empresas têm, ainda, R$ 100 milhões em dívidas tributárias. A decisão judicial suspendeu todas as execuções, protestos e apontamentos no Serasa, além de arrestos ou seqüestros de bens ou produtos dos produtores e das empresas do grupo. Com faturamento estimado em R$ 50 milhões, o grupo familiar Zulli é dono da usina Alcopan, que produz 60 milhões litros de etanol. Tem, ainda, 7 mil hectares de cana e 9 mil hectares de soja espalhadas em três condomínios rurais situados nos municípios mato-grossenses de Diamantino e Campo Novo do Parecis. As propriedades, que produzem 500 mil sacas de soja, serão vendidas para quitar os débitos de R$ 150 milhões com bancos, tradings, distribuidoras de combustíveis e empresas de factoring, diz o advogado do grupo, que pretende renegociar o pagamento de tributos em 240 parcelas. Além da Alcopan, o grupo inclui a transportadora Transdiamantino, que tem 15 caminhões, a Agroindustrial Irmãos Zulli, a distribuidora de combustíveis Médio Norte, a Zulli Diesel, uma agência de viagens e um posto de serviços. O grupo emprega duas mil pessoas no auge da colheita das safras de soja e cana. O sinal verde da Justiça ao pedido de recuperação judicial para os produtores está, segundo o advogado do grupo, embasado no artigo nº 971 do Código Civil, que equipara o empresário cuja principal atividade seja produção rural à uma Pessoa Jurídica comum. Além disso, o artigo 1º da Lei de Falências (nº 11.101), facultou a recuperação judicial da sociedade empresarial e do empresário. Segundo o advogado, os produtores e as empresas do grupo apresentarão, em 60 dias, um plano de recuperação com proposta de pagamento a todos os credores dentro de uma negociação coletiva.



Escrito por alantorres às 11h37
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As Dez Mais!

Estrangeiro saca R$ 24,6 bilhões da Bovespa em 2008

Dólar abre com baixa de 1,73%, vendido a R$ 2,214

Produção industrial cai 5,2% em novembro, pior queda mensal desde 1995

IPC acumula inflação de 6,16% em 2008, informa Fipe

Brasil chama ação de Israel de " terrorismo de Estado "

Bovespa aponta valorização de 0,94%; dólar recua 1,64%, a R$ 2,216

Produção industrial e ata do Fed fazem a agenda da terça-feira

Índice futuro aponta para novo dia de valorização na Bovespa

Bovespa ignorou exterior e subiu para 41.500 pontos; dólar caiu

Análise: Estrangeiro inverte mão e dólar derrete

 



Escrito por alantorres às 20h27
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As Dez Mais!!!!

Depois de um fim de ano meio corrido, estou de volta!!!

Bolsas da Ásia estendem ganhos da virada do ano

Dólar abre com alta de 0,42%, vendido a R$ 2,343

Para analistas, economia brasileira deve expandir-se 2,40% em 2009

Mercado eleva previsão de corte da taxa Selic em janeiro, aponta Focus

Valor de mercado de 45 companhias brasileiras caiu mais de 80% em 2008

Nova York abriu ano com forte valorização nas bolsas

IPCA e emprego nos EUA são destaques da semana

Bovespa inicia 2009 acima de 40 mil; dólar fica estável e juros recuam

Bovespa pode passar por realização de lucros nesta segunda-feira

Bovespa tem queda de 1,46% para 39.657 pontos



Escrito por alantorres às 10h15
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As Dez Mais!!!!!!!

Socorro a montadoras americanas favoreceu Wall Street na sexta-feira
Obama cria força-tarefa para ajudar classe média
Confiança do consumidor tem ligeira melhora em dezembro, mostra FGV
Toyota prevê primeiro prejuízo anual em 71 anos
Bovespa cai 0,40% e dólar sobe 0,84% em dia de poucos negócios
Investidores começam a semana com Relatório de Inflação do BC
Análise: Já em 6,9%, juro real precisa cair mais
Crescimento do PIB sai de 5,6% em 2008 para 3,2% em 2009, projeta BC
Embraer vende 11 aviões para British Airways
Gol volta a ter problemas e vôos atrasam



Escrito por alantorres às 02h16
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As Dez Mais!!!!!

UBS considera eliminar mais empregos, revela jornal
Bolsas asiáticas tem fortes ganhos no fechamento; Tóquio avança 5,2%
Carne suína contaminada da Irlanda inquieta a Europa
BIS aponta risco na rolagem da dívida
IGP-DI desacelera forte e marca inflação de 0,07% em novembro
Bovespa trabalha com ganho de 4,85%; dólar cede 0,60%, a R$ 2,464
Segunda-feira deve ser de ganhos na Bovespa
Decisão do Copom centra atenções na semana
Vale suspende produção de pelotas em Tubarão
Analistas prevêem IPCA de 6,2% em 2008, diz Focus



Escrito por alantorres às 19h41
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O Verdadeiro Crescimento Econômico de Muriaé/MG

Muito se fala em crescimento econômico em nossa cidade nos últimos 4 anos, porém a verdade é que não MUDOU nada para a população muriaeensse ao longo deste período.

O VAF consiste no movimento econômico dos municípios de MG, é um índice que reflete a movimentação econômica do municipio, sendo calculado através de legislação específica e usado para quantificar a receita tributária transferida do Estado para o município, derivada do ICMS/IPI-Exportação previamente recolhidos. O aumento desta receita depende do crescimento econômico e também dos esforços e metodologias aplicadas por cada município na apuração do VAF.

Tendo como referência o mês e ano base de 10/2004 (último governo Municipal- Administração- Odilon Carvalho) o municipio teve um repasse de R$ 427.053,75, enquanto em 10/2007( Administração Sr. José Braz) um repasse de R$ 525.434,29, ou seja, um crescimento  de aproximadamente 23%, se considerarmos a inflação do período que foi de 11,12%, o municipio teve um crescimento REAL DE 11.88% em 3 anos, COM MÉDIA DE CRESCIMENTO DE 3,96% AO ANO.

Agora se pegarmos o mês e ano base de 10/2004 e compararmos com 10/2008 tivemos um crescimento de 40%, se considerarmos a inflação do periodo em 23,43%, tivemos um crescimento REAL 16,57% em 4 anos.

 

Comparando agora os anos 2002/2004(Administração Municipal - Odilon Carvalho), tivemos um repasse no primeiro ano de R$ 297.699,48 e em 2004 um repasse de R$ 389.660,43, crescimento aproximado de quase 31% em 2 anos, se considerarmos a inflação do período de 20,71%, tivemos  um crescimento REAL de 10,29%, ou seja, MÉDIA DE 5,14% AO ANO.

Enquanto isso aguardamos o PROGRESSO DE NOSSA CIDADE, SENTADOS!!!!

Estes dados apresentados podem ser consultados na SFE(Secretaria de Fazenda Estadual), Fundação João Pinheiro, IBGE e FGV.

 

 

 



Escrito por alantorres às 15h38
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Poupadores e o Plano Verão de 1989!!!

Semelhantemente com o ocorrido em junho de 1987, no denominado Plano Bresser, em decorrência da elevada inflação, em janeiro de 1989 entrou em vigor o chamado Plano Verão que, entre outras alterações na economia, alterou o indexador utilizado para a correção das cadernetas de poupança, substituindo-se o IPC pela LFTN.

Após anos de debates, o Superior Tribunal de Justiça, também, decidiu que o declinado plano poderia apenas surgir efeitos nas contas poupanças cujo trintídio (prazo de trinta dias em que o valor deve permanecer depositado para a obtenção do rendimento) ainda não tivesse iniciado, portanto a alteração do indexador deveria ser aplicado somente para as contas poupanças com data de aniversário após o dia 15.

Em decorrência desse entendimento, a justiça já concedeu por diversas vezes que todas contas poupanças com data de aniversário compreendida entre os dias 01 e 15 de junho de 1987 possuem direito de ser contemplada pela diferença percentual oriunda da substituição do indexador. Assim, considerando que a LFTN em janeiro de 1989 rendeu 22,3589% e o IPC 42,72%, as decisões garantiram aos poupadores o direito de ser ressarcido da diferença percentual de 20,36%, atualizada até o dia em que o Banco vier a efetuar o crédito.
Portanto, todo poupador que quiser receber a diferença de correção, deve entrar com uma ação na justiça o mais rápido possível. Quem não buscar seus direitos, vai engordar ainda mais o lucro dos bancos."

Para entrar com a ação só é preciso ter certeza do banco e de que tinha dinheiro depositado nesta época. Os extratos podem ser solicitados ao banco por escrito e mesmo que não tenham recebido o extrato, os poupadores podem entrar com a ação na Justiça.

 



Escrito por alantorres às 09h10
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As Dez Mais!!!!!!!!

FirstRand desiste de parceria com BB para financiar veículos (um fator preocupante, onde o governo precisa ficar atento, está aumentando a inadiplência neste setor)

JPMorgan Chase irá eliminar 9,2 mil vagas do Washington Mutual

Agora é oficial: EUA estão há um ano em recessão, diz entidade

Produção industrial cai 1,7% em outubro e avança 5,8% no ano, diz IBGE

Volvo inicia demissões nas montadoras

Toyota cortará bônus e produção no Japão

Banco do Japão age para diminuir aperto no crédito às empresas

Bovespa avança 1,31% e dólar tem alta de 1,07%, a R$ 2,345

Bovespa segue operando em alta; dólar dispara 3,92%, para R$ 2,411

Índice futuro sinaliza pregão de alta na Bovespa



Escrito por alantorres às 21h07
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Enquanto Isso...

Visão pessimista da ONU, já faz projeções de Crescimento para o Brasil de 0,5% para 2009. Mercado sinaliza que país irá crescer menos de 3% em 2009. Empresas estão dando férias coletivas, pois o nivel de consumo já diminui e o de produção cai também nesta incerteza.
O que sabemos até o momento é que Governos tem ajudado os BANCOS a se manterem no mercado, e estes esperam aprovação para grandes fusões com o discursso, que está é a unica solução para se manterem no mercado.
Linhas de crédito, aumento da liquidez no mercado através de medidas de diminuição do compulsório não tem afetado o mercado consumidor diretamente, pois como se vê as taxas de juros se mantivem ainda em patamares altissímos.Neste APERTO AO CRÉDITO, os bancos que foram o setor que mais contratou em 2007 entraram no processo de demissões.
Durante décadas, Marx, foi um dos autores que se preocupou com as crises econômicas,considerando isto como inevitável e como um fenômeno NORMAL do sistema capitalista.

Esperamos que Marx esteja, correto em alguns pontos e ERRADO em outros, para que a Economia mundial volte a crescer e gerar renda e emprego.


Escrito por alantorres às 11h35
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As DEZ MAIS!!!!!!

Maioria das bolsas na Ásia fecha em alta, seguindo Wall Street
Volume de crédito vai a 40,2% do PIB e supera meta do BC
Índice de confiança do consumidor da FGV marca menor nível desde 2005
Inflação pelo IPC da Fipe abranda e fica em 0,54% na 3ª prévia do mês
Fed anuncia medidas de US$ 800 bilhões para impulsionar crédito
PIB dos EUA centra atenções hoje dos investidores
Plano do Fed puxa Bovespa para o território positivo
Resgate ao Citigroup puxou alta de 9,4% na Bovespa e queda no dólar
Chávez perde em áreas ricas e populosas
Gerdau paralisa produção de parte da Açominas e pára no Peru

Escrito por alantorres às 16h30
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Bancos têm dinheiro de sobra para pagar expurgos de planos

Por coincidência do destino, dias após o economista chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg, considerar, na terça-feira (21/10), que apenas os poucos poupadores que foram espertos é que irão ganhar as ações referentes aos expurgos inflacionários das cadernetas de poupança, foi publicada a informação de que o total de ativos, somente, dos dez maiores bancos do Brasil chega a extraordinária cifra de R$ 1,9 trilhão.

Verifica-se, portanto, que o valor que a Febraban está considerando que poderá ter que ressarcir os poupadores, R$ 100 bilhões, corresponde ao irrisório percentual de cerca de 5,5% do patrimônio, apenas, dos dez maiores bancos brasileiros.

Ora, portanto não há que se falar em qualquer risco para o sistema bancário, o percentual é ínfimo. Há de ser mencionado que inúmeros brasileiros possuem mais de 70% dos seus rendimentos mensais comprometidos com o pagamento de impostos, taxas, juros bancários, aluguel e conseguem sobreviver.

É certo, portanto, que o pagamento do que é de direito dos poupadores não trará nenhuma influência no patrimônio dos bancos, o máximo que poderá ocorrer é uma diminuição em seus lucros; mas isso é fruto do ato ileso cometido no passado.

Em minha opinião, é inadequada, também, a qualificação ofertada aos poupadores que receberão os valores, considerá-los “espertos” é afrontar o direito que cada pessoa possui em buscar o Judiciário para garantir seu Direito. E talvez, a maior esperteza tenha sido praticado pelos próprios bancos, que creditaram valor menor nas contas poupanças de milhares de poupadores e agora, após anos de pacificação das decisões do STF e STJ, tentam assombrar os membros do governo federal, os ministros e a população, criando uma espécie de “terrorismo público” ao se aproveitar da crise mundial e argüir que o pagamento desses valores poderá colocar em risco o Sistema Financeiro Nacional.

Da mesma sorte, alarmar a população, ao mencionar que os bancos cobrarão da União os valores pagos, é ausente de fundamento, pois os bancos visam lucros, e ao longo de anos e anos já pagaram cifras gigantescas aos poupadores, e não há notícia de nenhuma ação interposta em que as instituições financeiras conseguiram que a União tivesse que reembolsá-las, pelo contrário, o que há são inúmeras decisões afastando qualquer responsabilidade da União. Certamente, caso existisse tal possibilidade, já existiria alguma notícia informando a integra da decisão e qual o banco foi ressarcido.

Vale mencionar, também, que, qualquer ação que possa ser interposta contra a União, obrigatoriamente, deverá ser julgada pelo Poder Judiciário, após inúmeros recursos, por conseguinte, não há como antecipar decisão de algo que não existe. E, caso, venha a existir, até em razão do prazo prescricional contra a União, dificilmente surgirá qualquer efeito.

Outrossim, a crise financeira tão socorrida para apavorar a população, na prática tem se demonstrado positiva aos maiores bancos, posto que, como noticiado, estão adquirindo carteiras de Bancos menores, o que, ao longo dos anos, possivelmente, significará lucro astronômico.

Já a argumentação de que qualquer decisão contra as instituições financeiras poderá agravar a confiança da economia em um momento de crise mundial, é apresentada de forma totalmente oposta à realidade.

Na verdade, alterar as decisões pacificadas ao longo dos anos, por pressão do “Poder Econômico” é que causará efeitos nefastos e imprevisíveis ao Brasil. Não só na economia, mas, também, no ordenamento jurídico, pois, para privilegiar um determinado grupo econômico, estaríamos diante da mais absurda alteração de entendimento jurisprudencial e violação a preceitos constitucionais, sempre é bom lembrar que decisões recentes de 2008, inclusive tendo como relator o ilustre presidente do STF, considerou de direito o ressarcimento aos poupadores.

Assim, a bem da verdade é que, qualquer alteração jurídica, certamente, causará desconfiança a muitos investidores, pois, perceberão o poder de influências das casas bancárias em nosso ordenamento jurídico, mais do que isso, ficará evidente que para o beneficio do “Poder Econômico” a Constituição pode ser desrespeitada e anos de unanimidade nas decisões do STF e STJ são alterados. Caso isso ocorra, será concretizado o rompimento constitucional de que todos são iguais perante a lei, será o fim de preceitos básicos da nossa Constituição, e, certamente, uma atitude contraria a democracia. O Brasil não precisa se sujeitar a isso!

Caso isso venha a ocorrer, qual a confiança que qualquer investidor, inclusive, os estrangeiros, terão em nosso sistema financeiros? Muito provavelmente nenhuma; dificilmente, nosso sistema financeiro ofertará qualquer credibilidade, pois ficará evidente que, caso as casas bancárias em uma próxima ocasião, causem novas lesões, o Poder Judiciário, poderá, em tese, novamente, mudar seu entendimento de longos anos, para proteger o patrimônio dos bancos, mesmo que isso seja uma patente violação aos preceitos constitucionais.

Ora, é evidente que essa desconfiança poderá ser causada pela alteração nos entendimentos do Poder Judiciário, jamais pela manutenção de suas decisões.

A mantença do entendimento do STF e STJ, que condenam os bancos, demonstrará aos Investidores que no Brasil existe lei, e que o descumpridor, seja o mais humilde cidadão ou o mais rico dos Bancos, será punido. Tal fato, sim, trará investimento ao país, pois os investidores saberão que no Brasil há a lei vale para todos, como descrito em nossa Constituição.

Opostamente, a modificação dos entendimentos, já pacificados no STF e STJ, colocará em risco o sistema financeiro, pois, poderá soar que o Poder Judiciário, quando é para punir o “Poder Econômico”, muda de posicionamento.

Há de ser mencionado, também, que a Tablita e sua constitucionalidade, como argüido por outro membro da Febraban não possui qualquer analogia com a correção da caderneta de poupança. E, com relação à Tablita o Poder Judiciário decidiu que os Bancos agiram corretamente, os correntistas que foram prejudicados, sofreram, inclusive, os ônus processuais.

Porém, não há nenhuma notícia de que o governo federal tenha interposto qualquer ação judicial para proteger os correntistas, no que diz respeito à tablita. Situação oposta ao que está sendo divulgado atualmente, pois, mesmo a Justiça já tendo decido em favor dos poupadores, matérias são divulgadas indicando que poderá haver influência do governo Federal para auxiliar na defesa dos Bancos contra os poupadores. Isso não pode ocorrer, não há como proteger o direito de uns em detrimento de outros!

No entanto, é importante que exista entre ambas as partes bancos e correntistas entendimento pacifico, pois inegável a importância da existência de qualquer banco e é inegável, também, que o banco apenas existe em decorrência de seus clientes, ou seja, caso ocorra qualquer alteração na decisões, poderíamos estar diante de saques de inúmeros bancos e concentração de depósitos em um único banco; àquele mais seguro e o menos volátil à crise, e isso, os poupadores do Brasil saberão muito bem escolher.

Porém, infelizmente, nas manifestações que estão sendo publicadas apenas é demonstrada a intenção da Febraban em querer barrar o direito do recebimento do que a justiça já decidiu; quando seria muito mais honesto, e certamente, não causaria nenhum abalo no ordenamento jurídico, no sistema financeiro nacional ou na relação entre bancos e poupadores, que a Febraban estudasse com os bancos um acordo em massa, em que os interessados poderão aderir à proposta apresentada pelos bancos.

Vale mencionar, que a própria União já realizou acordo semelhante, no que dizia respeito ao FGTS e obteve grande aceitação da população, e certamente, obteve deságio, diminuindo, por conseguinte, seu prejuízo. Certamente há essa possibilidade, mas falta, vontade do “Poder Econômico”.

O mais importante é que os poupadores do Brasil continuem atentos a tudo que está ocorrendo e pode ocorrer. E saibam que não estão abandonados, muitas instituições de defesa do consumidor, advogados, imprensa e outros continuarão vigiando o que poderá ocorrer.

É importante que mantenhamos a confiança em nosso Poder Judiciário, que certamente demonstrará ao povo brasileiro que a Justiça de nosso país vale para todos e, principalmente, que é um Poder imune a pressão.

Escrito por alantorres às 07h34
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AS DEZ MAIS!!!!

Lucro do Banco do Brasil aumenta 36,9% no 3º trimestre, a R$ 1,867 bi
Declarações do secretário do Tesouro derrubaram bolsas internacionais
Bolsas de Tóquio e Hong Kong recuam mais de 5% no fechamento
Economia alemã tem contração de 0,5% no terceiro trimestre
Britânica BT eliminará 10 mil empregos
BC permite recolher compulsório em títulos e injeta R$ 40 bi
IGP-10 cai para 0,73% em novembro, mostra FGV
Mercados: Bovespa ensaia recuperação e sobe 2,22%; Dólar vale R$ 2,31
Mercados: Petrobras e cena externa derrubaram Bovespa ontem
Supremo confirma TSE e confere poder sobre mandato ao partido



Escrito por alantorres às 19h06
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AS DEZ MAIS!!!!!!

Crise faz banco holandês ING ter seu primeiro prejuízo trimestral
BM & FBovespa encerra 3º trimestre com lucro de R$ 235,611 mi
Bolsas da Ásia seguem Wall Street e encerram com perdas
Governo prepara empréstimo-ponte para empresas, sinaliza vice do BNDES
Índice aponta forte desigualdade salarial entre os sexos no Brasil
Obama defende participação do Brasil na busca de soluções para crise
Lucro cai e Holcim anuncia que vai fechar fábricas
Mercados: Bovespa cai 4%; ação da Petrobras perde mais de 7%
Bovespa superou instabilidade e fechou em alta ontem; dólar subiu
Comissão do Senado amplia Supersimples

Escrito por alantorres às 21h11
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O período de Férias!!!

GM já anuncia ferias coletivas para mais de 4.000 funcionários.Vale diminui sua taxa de crescimento e irá diminuir investimentos em MG , RJ e Amapá!!!Essa fase de transição e euforia está passando, as empresas já refazem suas contas para 2009 e diminuem investimentos como já era esperado.

Parece que a ficha esta caindo, ibovespa já registra 4º menor queda desde 1968.

A Ministra em sua declaração:"Desta vez, o governo não está quebrado, nós temos reserva, não recorremos ao Fundo Monetário Internacional [FMI], não temos que aceitar nenhum receituário recessivo para enfrentar a crise, não estamos vivendo uma situação limite. Isso não é motivo para a gente cantar em verso e prosa essa situação, mas é motivo para a gente reconhecer que isso é favorável ao Brasil." )

É claro que hoje o impacto da crise é muito menor do que a 10,20e 40 anos atrás, porém ela está ai e precisa ser repensado os gastos públicos para 2009 e 2010(eleições).Esperamos atitudes!!!!

 

 

 

 



Escrito por alantorres às 23h05
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